segunda-feira, 21 de setembro de 2009

Por Um Minuto

Por um minuto me deixe sentir a brisa suave no rosto
Por um minuto, suspendam as reuniões
Por um instante me permita sentir que estou mesmo vivo.

Por um minuto me deixe redescobrir desenhos em nuvens
Interrompam a poluição! A atmosfera não precisa de tanto gás.
Por um minuto me deixe perceber que máquinas são máquinas
E que o ser humano ainda não foi extinto.

Por um minuto não me digam o que fazer, falar, ou o que vestir
Não me obriguem a combinar a cor das minhas roupas.
Me deixe observar o presente se transformar em passado
Me deixe sonhar com o futuro.

Por um minuto esqueçamos as regras.
Exaltemos o bom senso: Nele não há injustiça!
Por um minuto, ao menos, respeitemos as diferenças
Entendamos que seres humanos não são mesmo perfeitos.

Por um minuto, pelo menos, nos permitamos viver!

3 comentários:

RAFAEL MELO... JUST ME ... disse...

Achei fantastico primo !!!

Anônimo disse...

Belas Palavras. Meus parabéns!

João Costa. disse...

Bem utópico eu diria!
Mas às vezes é preciso tomar estes ares libertários para fugir deste mundo deturpado que nós mesmos construimos não é mesmo?
Identifiquei-me com vossos versos!
De tantos blogs que passo por aí, o vosso é um dos mais sensatos, digamos assim.
Ótima postagem!
Aguardo novos poemas.